Isack Hadjar enfrenta desafios em Miami, mas Red Bull mantém confiança no piloto francês. O diretor Laurent Mekies assume erros compartilhados entre equipe e piloto, mas segue otimista para o restante do campeonato.
Fim de semana para esquecer
O GP de Miami foi complicado para o jovem da Red Bull. Nono no sprint, eliminado nas classificações por irregularidade técnica e acidente na corrida: uma sequência que testaria qualquer piloto. Mesmo assim, a equipe austríaca evita conclusões precipitadas. “Tivemos um fim de semana difícil”, admite Mekies.
Responsabilidade compartilhada
A Red Bull se desculpou com Hadjar pelo erro técnico que o colocou no fundo do grid. “Claramente não foi um fim de semana perfeito. Também não demos o suporte necessário”, reconhece o diretor. Já o piloto cometeu falhas na corrida, perdendo concentração durante uma recuperação promissora. Um balanço franco, mas sem drama.

Isack Hadjar (Red Bull)
A “maldição” do segundo carro? Nem tanto…
Alguns mencionam a suposta “maldição” dos companheiros de Verstappen, mas Mekies descarta isso. “Não vejo motivo para preocupação.” Ele explica que a RB22 evoluída em Miami se adaptava melhor ao holandês, criando diferença artificial. “Em ritmo e pilotagem, ele ainda não encontrou o timing ideal”, analisa com transparência.
Soluções simples e confiança mantida
O problema técnico? Um defletor 2mm fora do limite – “fácil de ajustar”. A falta de ritmo? Questão de adaptação temporária: “Ele teria sido competitivo na corrida”. A Red Bull projeta recuperação já em Montreal, mostrando que sua gestão de jovens talentos segue metódica, mesmo em momentos difíceis.
Pontos-chave
- Red Bull assume responsabilidade por erros que prejudicaram Hadjar
- Piloto também cometeu falhas durante o GP
- Equipe rejeita teoria da “maldição do segundo carro”
- Problemas identificados têm soluções simples
- Confiança permanece intacta para próximas etapas




